
Que fazer? Fugir.
Fugir para um amanhecer cinza-azulado que desnude todos os meus mistérios. Mergulhar em ondas que decididamente arranquem-me as roupas,a pele,o cheiro,a razão. Jogar-me nesse abismo cujo fundo eu já conheço, e sei que vou alcançar. Quebrar contra o chão duro toda a constituição,os ossos,o sumo e as lágrimas do meu pobre frio corpo.
Correr.Correr!
Correr contra o vento até secar o coração. Até secar a chuva, as gotas, o orvalho insistente a as folhas amarelas que não me deixam escorregar.
Fugir para um amanhecer cinza-azulado que desnude todos os meus mistérios. Mergulhar em ondas que decididamente arranquem-me as roupas,a pele,o cheiro,a razão. Jogar-me nesse abismo cujo fundo eu já conheço, e sei que vou alcançar. Quebrar contra o chão duro toda a constituição,os ossos,o sumo e as lágrimas do meu pobre frio corpo.
Correr.Correr!
Correr contra o vento até secar o coração. Até secar a chuva, as gotas, o orvalho insistente a as folhas amarelas que não me deixam escorregar.
Deixe-me,deixe-me que nem comigo quero mais ficar.

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