Se te vejo
Insano desejo
Toma meu ego, toma meu ser
Meu desejo
Espelho
Te vejo,desejo,
Não consigo entender
Eu tremo
Eu remo
Contra mim mesma,contra você
Eu olho
Teu olho
Eu vejo desejo, ou o que quero ver?
Premente
Iminente
Onda que me abate,não posso deter
Eu quero
Espero
Só por um instante, um momento, te ter
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Uma música linda, perfeita para o atual momento! Enjoy!

Sentido Contrário - Isabella Taviani
Tudo que eu queria agora
Era um beijo teu
Molhado como quase sempre estão os olhos meus
Deitar nos teus ombros e dormir em paz
Será que é pedir demais?
Cadê você amor?
Sozinha agora estou
Tudo o que eu queria
Era o seu calor
Colar teu corpo junto ao meu
Detonar o cobertor
Mas é contraditório
Tua pele quente me faz tremer
Cadê você amor?
Por que não vem me ver?
E aí o que é que eu faço
Com a falta que você me faz
A hora nesse quarto parece andar pra trás
Mas quando estou com você o tempo voa
Voa, o tempo voa
Veja o vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=nSHFryq6ZJE
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Frase da semana...
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
"Estranho é gostar tanto do seu All Star azul..."

Sabe quando seu celular toca, e é aquela pessoa que você queria que ligasse, mas achava que não ia ligar?
Aquela, cuja voz faz seu coração falhar uma batida, depois começar a bater descompassado, como se tivesse acordado de repente e enfim... e que quando você desliga o telefone, dá uma puta vontade de chorar?
Aquela que fala duas palavras e te faz esquecer um dia que foi uma droga?
Aquela que faz você desistir de ligar ou mandar mensagem umas dez vezes ao dia?
Aquela que pergunta se você está comendo direito, se o seu dia foi bom, que manda você parar de brigar com sua mãe?
Aquela que você jura pros seus amigos que vai esquecer, vai ser forte e "dar o gelo"... e que quando você chega em casa e vê que ela ligou, não resiste, e liga de volta?
Ou então atende sempre que ela liga, mesmo tendo jurado de pés juntos que não iria mais atender suas ligações?
Aquela que você lembra do sorriso, do jeito de passar a mão no cabelo, do cheiro, do gosto do beijo?
Aquela que te faz ouvir Fábio Júnior?
Aquela que conhece seu humor, que brinca com seus defeitos, que te faz sentir criança e cuida de você?
Aquela que tem aquele olhar que te perpassa, que não te deixa esconder nada?
Aquela que faz teu coração doer de saudade?
Aquela que você se obriga todo dia a esquecer...mas não consegue?

O bafo quente dele me atinge ao gritar : "Sozinha!".
Caio, mas não abaixo a cabeça. Meu inquebrantável orgulho me encara, bem no fundo dos olhos, e diz: " Lute!" Não tenho mais forças, meu coração já bate fraco. Um raio perpassa minha mente...faço um grande esforço, apoio-me sobe um joelho, e penso : "Nunca morrer, sem ao menos antes lutar pela vida." Minha armadura em pedaços, meu corpo sangra. Respiro fundo e o enfrento.
- Nunca me vencerás, - digo - pois ainda tenho um coração.
Ele me olha com profundo desprezo,ri.
- És tão fraca...Logo teu coração parará de bater. O que terás,então?
Explode um trovão. Começa a chover.
- Vês? - ele diz - O teu precioso céu já chora por ti. Logo serás apenas mais uma a morrer sozinha aqui.
Meu corpo todo grita de dor, a água da chuva ajuda o sangue a correr.
- Não! Recuso-me a morrer assim!
Pego então minha espada, que estava no chão. Tento erguê-la, é muito pesada. Ele ri.
- Nem tua espada consegues mais levantar! Por quê não te entregas? Prometo te dar uma morte rápida.
Surpreso, ele se cala de repente. Estou rindo.
- Apesar de tudo és corajosa.Estás a rir diante da morte!
-Não me entrego, e te digo o porquê: antes de te dar minha vida...antes de morrer...vou viver até o último minuto!
Levanto minha espada, e de um só golpe enfio a lâmina em seu peito. Bem no coração. O sangue escorre, grosso,trágico. Ele cai,incrédulo: já me considerava vencida.
- Asssassina, traiçoeira! - consegue dizer.
- Não. Matei meu algoz, defendi minha vida. Agora quero meu prêmio.
- Prêmio? - ele pergunta.
- Sim! O prêmio que prometeste se eu te vencesse.
- Tola! - ele ri, engasgando-se com o próprio sangue. O som que sai de sua garganta é assustador. - O que queres? Ouro? Pedras preciosas? Poder? Nada teho para ti. Não aprendeste nada? Bem se vê que merecias morrer. Teu prêmio,já o tens!
Quase sem fôlego,grito ainda:
- Traidor! Que prêmio é esse, que não vejo, e pelo qual quase morri?
- Insensata! Abre teus olhos! Teu prêmio é força que descobristes escondida em ti, e que não sabias ter. Força pra lutar por tua vida. Com ela,conseguirás o que quiseres. Só depende de ti.
Dito isto, ele morreu.
E eu?
Eu caí novamente.
E chorei.
Caio, mas não abaixo a cabeça. Meu inquebrantável orgulho me encara, bem no fundo dos olhos, e diz: " Lute!" Não tenho mais forças, meu coração já bate fraco. Um raio perpassa minha mente...faço um grande esforço, apoio-me sobe um joelho, e penso : "Nunca morrer, sem ao menos antes lutar pela vida." Minha armadura em pedaços, meu corpo sangra. Respiro fundo e o enfrento.
- Nunca me vencerás, - digo - pois ainda tenho um coração.
Ele me olha com profundo desprezo,ri.
- És tão fraca...Logo teu coração parará de bater. O que terás,então?
Explode um trovão. Começa a chover.
- Vês? - ele diz - O teu precioso céu já chora por ti. Logo serás apenas mais uma a morrer sozinha aqui.
Meu corpo todo grita de dor, a água da chuva ajuda o sangue a correr.
- Não! Recuso-me a morrer assim!
Pego então minha espada, que estava no chão. Tento erguê-la, é muito pesada. Ele ri.
- Nem tua espada consegues mais levantar! Por quê não te entregas? Prometo te dar uma morte rápida.
Surpreso, ele se cala de repente. Estou rindo.
- Apesar de tudo és corajosa.Estás a rir diante da morte!
-Não me entrego, e te digo o porquê: antes de te dar minha vida...antes de morrer...vou viver até o último minuto!
Levanto minha espada, e de um só golpe enfio a lâmina em seu peito. Bem no coração. O sangue escorre, grosso,trágico. Ele cai,incrédulo: já me considerava vencida.
- Asssassina, traiçoeira! - consegue dizer.
- Não. Matei meu algoz, defendi minha vida. Agora quero meu prêmio.
- Prêmio? - ele pergunta.
- Sim! O prêmio que prometeste se eu te vencesse.
- Tola! - ele ri, engasgando-se com o próprio sangue. O som que sai de sua garganta é assustador. - O que queres? Ouro? Pedras preciosas? Poder? Nada teho para ti. Não aprendeste nada? Bem se vê que merecias morrer. Teu prêmio,já o tens!
Quase sem fôlego,grito ainda:
- Traidor! Que prêmio é esse, que não vejo, e pelo qual quase morri?
- Insensata! Abre teus olhos! Teu prêmio é força que descobristes escondida em ti, e que não sabias ter. Força pra lutar por tua vida. Com ela,conseguirás o que quiseres. Só depende de ti.
Dito isto, ele morreu.
E eu?
Eu caí novamente.
E chorei.
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